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Vela: esporte no qual o Brasil tem mais medalhas olímpicas
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Publicado por Larissa Altoé em 19/06/2016

velalondresDois dos melhores velejadores do mundo são brasileiros - Robert Scheidt e Torben Grael. Scheidt conquistou duas medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze em Jogos Olímpicos; já Grael, duas de ouro, uma de prata e duas de bronze. Atualmente, eles perdem somente para Ben Ainslie, da Grã-Bretanha, com quatro medalhas de ouro e uma de prata.

As primeiras regatas de barcos a vela aconteceram na Inglaterra em 1660, promovidas pelo rei Charles II, apaixonado por um barco holandês conhecido como Jaght. O rei havia conhecido a embarcação no tempo de exílio passado na Holanda.

Foi em 1720 que surgiu o primeiro clube de vela do mundo – o Royal Cork Yacht Club, na Irlanda – e, em 1851, houve a primeira competição internacional em torno da Ilha de Wight, entre Inglaterra e Estados Unidos, dando origem à America’s Cup, disputada até hoje.

A partir da segunda metade do século XIX, a prática se disseminou pelo mundo. Inscrita nos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, em Atenas (1896), as competições da modalidade não aconteceram devido ao mau tempo. A estreia de fato deu-se apenas quatro anos depois, em Paris.

As mulheres começaram a competir em 1908, em Londres, na mesma tripulação que os homens. Mas foi em Seul (1988) que se formaram equipes exclusivamente femininas.


Brasil

Os brasileiros começaram a velejar no fim do século XIX, por iniciativa de descendentes de europeus. O Iate Clube Brasileiro, primeiro dedicado ao esporte, foi fundado em 1906, no Rio de Janeiro.

O desafio nesse esporte, cujas embarcações a vela são impulsionadas pelo vento, é completar um número específico de voltas, em um percurso determinado por boias, num tempo menor que os adversários. O curioso é que quanto melhor a colocação na regata, menos pontos são acumulados. Vence o velejador que, ao fim do campeonato, tiver menos pontos.


Vela paralímpicalondres

A vela apareceu como demonstração nos Jogos Paralímpicos em Atlanta (1996), e em Sydney (2000) passou a valer medalhas. São três categorias: 2.4mr (individual), Sonar (três atletas) e SKUD-18 (duplas, sendo um integrante obrigatoriamente do sexo feminino). Homens e mulheres competem juntos quando há mais de um competidor.

A disputa é aberta a qualquer tipo de deficiência. Em Londres (2012), participaram 80 velejadores. Os atletas são avaliados e recebem classificações de acordo com suas habilidades funcionais.

O Brasil esteve presente nas duas últimas edições dos Jogos Paralímpicos. Na estreia em Pequim (2008), a equipe brasileira disputou as regatas da classe Sonar e terminou na 14ª posição. Na edição seguinte, em Londres (2012), Bruno Landgraf e Elaine Cunha formaram a única dupla brasileira a competir, e o Brasil subiu para o 11º lugar. Bruno tem uma história de superação. Em agosto de 2006, era goleiro do São Paulo quando, aos 20 anos, sofreu uma batida de carro que o deixou tetraplégico. Em 2009, começou a velejar e, hoje, é um atleta paralímpico que vem melhorando os resultados do país na modalidade.

Fontes:

Portal do governo federal para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016; sites da Confederação Brasileira de Vela (CBVela).

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