Várias personalidades da história brasileira viveram no Méier: os escritores Lima Barreto e Arthur Azevedo, o jornalista Dias da Cruz, os médicos Lins de Vasconcelos e Arquias Cordeiro. No âmbito cultural, os atores Tony Ramos, Márcio Garcia, Taís Araújo, Adriana Esteves, Chico Tenreiro, Samara Felippo e Aline Pyrrho; o compositor e virtuose do cavaquinho, autor do choro Brasileirinho, Waldir Azevedo; os jornalistas Millôr Fernandes e Fátima Bernardes; e os sambistas Araci de Almeida e, claro, João Nogueira.
Conhecido como a Princesinha do Subúrbio, o Méier é lembrado em diversas expressões da cultura carioca. Como no livro póstumo de Lima Barreto, publicado em 1956, Feiras e Mafuás, em que ele afirma: “É o Méier o orgulho dos subúrbios e dos suburbanos“. Ou no Samba do Meyer, de Wilson Batista e Dunga, imortalizado na voz de João Nogueira, que em um dado trecho diz: “O Meyer sempre foi o maioral, é a capital dos subúrbios da Central”.