Boas PráticasGISELE DE OLIVEIRA SILVA
Professora dos anos iniciais na cidade do Rio de Janeiro desde 2010.Orientadora pedagógica na cidade de São João de Meriti há 25 anos. Seu amor pela literatura a fez iniciar o caminho como escritora em 2019. Tem 8 livros de literatura infantil publicados. Participou com dois textos da Antologia Vozes Negras: tecendo a resistência (Editora Panóplia) e com um poema na Antologia Seja Inspiração (Casa de Prometeu). Autora do Projeto “Caixa de Encantamentos” que incentiva a leitura, estimulando a percepção, a imaginação e o fazer criativo.
Colunista da Editora Panóplia, com a sessão intitulada “Palavras Viajantes”.
Membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira. (AILB)
Seu livro “A menina, seu pai e o jornal: uma história de amor às letras” foi premiado com o 2º lugar de melhor livro infantil no Prêmio Book Brasil 2023.Prêmio Destaque Literário 2024 pela NS Publicações.
CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:Professor II
Introduzir os alunos à cultura e tradições dos povos indígenas brasileiros.
Promover o respeito e valorização da diversidade cultural.
Conhecer e valorizar os costumes dos povos indígenas.
Estimular o respeito e a curiosidade sobre as diversas culturas e tradições.
Explorar aspectos da vida cotidiana, tradições e organização social das comunidades indígenas.
Promover o conhecimento e apreciação da cultura indígena.
Incentivar a consciência ambiental por meio da exploração de materiais naturais.
Estimular a criatividade e a expressão individual.
Aprender a respeitar as diferenças étnicas, culturais e religiosas dos colegas, professores e demais profissionais da escola, desenvolvendo relações interpessoais positivas;
Estimular a criatividade e a imaginação;
Trabalhar valores inegociáveis, como a solidariedade, a empatia e o respeito ao próximo;
Desenvolver habilidades cognitivas e motoras das crianças;
Desenvolver o interesse por histórias, contos e músicas;
Ampliar a percepção auditiva
A E.M.Cláudio Ignácio de Oliveira é situada em Irajá, um território indígena. A partir desse fato tivemos a ideia de inserir o conhecimento dos povos originários para os nossos alunos da educação infantil, desde março, visto que nosso Projeto Político Pedagógico enfatiza o protagonismo estudantil e seu lugar no mundo como cidadão. A partir da literatura infantil introduzimos o tema de forma lúdica, primeiro através do livro Poeminhas da Terra de Márcia Leite e Tatiana Móes, as crianças começaram a sua viagem conhecendo animais, árvores, brinquedos e brincadeiras de origem indígena. Cada poema do livro vinha como um convite para que explorássemos todas as possibilidades: confecção de uma peteca com material reciclado, brincadeiras com a peteca, palavras de origem índígena que foram ilustradas pelos alunos. Observação de cartazes sobre a cultura indígena. Exploração de uma Caixa Sensorial com elementos da cultura indígena: farinha, penas, cuias, arco e flexa, cartazes mostrando grafismo indígena. Desenho livre, grafismo na farinha.
A partir do livro "Um curumim, uma canoa" de Yaguarê Yamã realizamos várias atividades. Em primeiro lugar conheceram o autor, indígena do povo Maraguá. Conheceram os costumes do povo Maraguá, seu grafismo o que nos deu a ideia de usarmos o mesmo para a pintura da canoa. A partir da leitura do livro, proporcionamos também uma degustação do beiju.
Nossos alunos incluídos participaram de todas as atividades sem a necessidade de adequações curriculares.
Lev Vygotsky, pelo enfoque na aprendizagem social e na importância das interações culturais no desenvolvimento infantil.
Howard Gardner, pela teoria das inteligências múltiplas, que reconhece diversas formas de aprendizagem e expressão.
Paulo Freire, pela valorização da curiosidade e do diálogo como fundamentos da educação crítica e transformadora.
Poeminhas da Terra - Márcia Leite e Tatiana Móes
Um curumim, uma canoa - Yaguaré Yamã
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