Boas PráticasDIANA DE JESUS RIBEIRO
Mestranda em Linguística Cognitiva (UERJ, 2024); Pós-graduada em Psicopedagogia Institucional e Clínica (Faveni, online).Pós-graduada em Psicopedagogia (presencial /AVM, Universidade Cândido Mendes) Especialista em Docência do Ensino Superior pela ABEC/FUNDAÇÃO VISCONDE DE CAIRU; Formada em Letras vernáculas com língua espanhola (UFBA). Experiências Profissionais:1) Professora da Equipe do Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Unidades Escolares - NIAP/SME/RJ (2025); Professora Formadora de LP da Escola de Formação Paulo Freire - Prefeitura RJ, de 2022 a 2024; 2) Professora produtora de videoaula 8 e 9 anos - Rio Educa na TV - Prefeitura RJ, 2021 e 2022. 3) Professora de Língua Portuguesa das Escolas Municipais do RJ (Miguel de Oliveira e Cora Coralina). 4) Professora de Língua Portuguesa do SESI/BAHIA (Sistema FIEB) EBEP (Educação Básica e Ensino Profissionalizante) (2012 a 2014) 5) Professora formadora da Universidade Aberta do Brasil (UAB).
CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:Professora - PEF
SANDRA HENRIQUE ALVES
Formada em assistência social e membro da equipe do PROINAPE, 7 CRE
CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:Serviço social
Estimular o olhar para os desafios de ser adolescente e para a comunicação não violenta, promovendo reflexões, dinâmicas, atividades entre outros movimentos na unidade escolar.
Discutir sobre adolescência e os tipos de violência, por exemplo o racismo, machismo e homofobia e suas consequência no universo escolar.
Apoiar a Gestão refletindo sobre os aspectos que envolvem esta demanda na comunidade escolar;
Criar espaços de reflexão junto aos alunos representantes das turmas, equipe diretiva do grêmio escolar, como também com aqueles escolhidos pela escola;
Apresentar materiais diversos oriundos de espaços governamentais e ongs, para instruir os corpos da escola.
Possibilitar a circulação dessa temática entre os alunos com debates, atividades, palestras, dinâmicas, vivências etc.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
PROPOSTA 1: Desafio do barbante
OBJETIVOS:
1. Apresentar os alunos
2. Abordar sobre os desafios da adolescência.
3. Discutir sobre o que é ser adolescente com as vantagens e desvantagens, conforme a percepção dos alunos.
QUESTIONAR
1. O que você pensou quando ouviu a proposta? (Se pensou em desistir, devemos perguntar por quê?)
2. Sentiu dificuldade ou facilidade?
(Observar como os adolescentes enxergaram o desafio)
3. Durante a tentativa de fazer os nós, pensou em desistir? Por quê?
4. Que sensação você sentiu ao tentar dar os nós.
5. Como você se sentiu ao fazer esse desafio no grupo?
MOMENTO DA RODA DE CONVERSA: projeção para a adolescência
Depois da vivência da dinâmica, a equipe lançará algumas perguntas relacionadas à adolescência.
1. O que é ser um adolescente atualmente?
2. Quais são as vantagens em ser adolescente hoje em dia?
3. Quais são as desvantagens em ser adolescente hoje em dia?
4. Você sabe como foi a adolescência dos seus responsáveis?
5. Quais desafios vocês enfrentam no dia a dia?
6. Quando você vivencia um desafio, o que faz?
a. Enfrenta
b. Pede ajuda/conselho
c. Ignora
d. Foge
COMEÇO: relatando o registro das memórias.
PROPOSTA 2: papel amassado
OBJETIVOS:
1. Promover a reflexão sobre a violência provocada entre os alunos.
2. Estimular no aluno a autoanálise sobre seus comportamentos violentos.
3. Incentivar a pensar sobre que tipo de espectador o aluno é em relação à violência na escola.
4. Debater sobre as causas e consequências na violência no espaço escolar.
RECURSOS: papel, lápis de cor, giz de cera, tesoura, lápis, borracha, régua, apontador.
O facilitador iniciará uma discussão com o grupo, lançando as seguintes questões:
1. Como você se sentiu amassando o que é mais importante para o(a) outro(a)?
2. Como se sentiu quando amassaram o seu desenho?
3. Fazendo um paralelo com nossas relações interpessoais — quantos “papéis” amassamos sem nos darmos conta?
4. E quantas vezes amassam os nossos papéis?
5. Depois disso, o foco será o fato de magoar e ser magoado (quando alguém nos fere ou quando ferimos alguém com gestos, palavras ou ações), causas, consequências, possibilidades de mudanças, perdoar, ser perdoado etc.
COMEÇO: relato dos episódios do encontro anterior
PROPOSTAS 3 E 4: trabalhando coletivamente: criando árvores das causas e consequências
RECURSOS: papel, lápis de cor, giz de cera, tesoura, lápis, borracha, régua, apontador, molde das árvores.
PROPOSTAS 5 E 6: Aprendizagem baseada em problema: violências e adolescência
PROPOSTAS 7 E 8: Leitura de poema/canção com emoções
Escolher música Triste, louca ou má (El hombre); ou O sol (Jota Quest)
(Obs.: qualquer música com temática de ordem emocional)
Colocar as emoções (raiva, tristeza, alegria, tédio, euforia, nojo) no saquinho para sortear e o aluno deverá ler o texto, adequando à manifestação da emoção sorteada.
PROPOSTAS 9 E 10: narrativas inspiradas em imagens/contação e histórias
CASTRO, Maria Corrêa e et al. – Enfrentando Racismo e Desigualdades de Gênero- Guia de Metodologias – Instituto Promundo Brasil. Distrito Federal, 2020. Disponível em: https://www.promundo.org.br/enfrentando-racismo-e-desigualdades-de-genero-guia-de-metodologias. Acesso em: 10 fev. 2025.
DEUTSCHE WELLE. ‘Letramento de gênero protege saúde mental das mulheres’. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/letramento-de-genero-protege-saude-mental-das-mulheres/. Acesso em: 10 fev. 2025.
FERNANDES, Fernando; SOUZA E SILVA Jailson de; BARBOSA, Jorge. O Paradigma da Potência e a Pedagogia da Convivência. Disponível em: https://www.fundacaoabh.org.br/wp-content/uploads/2018/11/O-Paradigma-da-Pote%CC%82ncia-e-a-Pedagogia-da-Convive%CC%82ncia.pdf. Acesso em: 27 abr. 2024.
FERNANDES, Sheyla Christine Santos; PEREIRA, Marcos Emanoel. Endogrupo versus Exogrupo: o papel da identidade social nas relações intergrupais. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/38108/27560. Acesso em: 27 abr. 2024.
MISOGINIA. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas-1/brasil-sem-misoginia-1/folderdigital-brasilsemmisoginia.pdf. Acesso em: 07 fev. 2025.
O que é Comunicação Não-Violenta (CNV) e como aplicar o conceito. Disponível em: https://www.napratica.org.br/comunicacao-nao-violenta/. Acesso em: 07 fev. 2025.
PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO. Secretaria da mulher. Disponível em: https://mulher.prefeitura.rio/. Acesso em: 07 fev. 2025.
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