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Boas Práticas
Práticas integradas de assistentes sociais, professores e psicólogos
O feminino na escola do século XXI: Meninas hoje, mulheres amanhã.
Informações
Relato
Resultados Observados
UNIDADE DE ENSINO
CIEP Raymundo Ottoni de Castro Maya - 9ª CRE
Rua Moranga S/nº - Inhoaíba
Unidade não vocacionada
Anos Iniciais / Anos Finais

AUTOR

ELAINE MARIA MENDES SENA

Professora da Secretaria Municipal de educação e Secretaria Estadual de Educação com formação em história com pós-graduação em História Contemporânea e Psicopedagogia. Atuante na rede pública de ensino desde 2011, passando por experiências em Coordenação Pedagógica e Direção Adjunta. E em atuação no Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Escolas (NIAP) desde 2022.

CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:Professora

ANOS/GRUPAMENTOS ENVOLVIDOS
5º ano
6º ano
OBJETIVOS
Partindo de um evento traumático vivenciado pela escola, onde a professora foi vítima de morte violenta, impactando toda comunidade escolar por conta da violência e de todo luto vivido por todos, levando a uma profunda reflexão sobre o quão todas as mulheres estão vulneráveis, independente da profissão, instrução ou classe social. Clamou-se por parte de todas as professoras da escola um trabalho de conscientização com as alunas, propondo reflexão sobre a conscientização do papel da mulher na sociedade, refletindo sobre as estruturas opressoras da sociedade que estigmatizam o papel da mulher, procurando debater sobre as estruturas patriarcais que se fazem presente no cotidiano escolar, assim como em seus respectivos lares e assim, partindo de alunas multiplicadoras, conscientizar todas as meninas da escola e propor reflexões sobre a violência contra mulher e os instrumentos legais a que todas devem ter acesso.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Maio/5/20 até atualmente
Público
Aluno
Eixos de trabalho do NIAP
Juventude e Escola
Competências Gerais da BNCC

1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

Os encontros aconteceram com grupo de meninas que a equipe diretiva entendeu que eram meninas de liderança no espaço escolar e que portando seriam multiplicadoras das reflexões propostas. Os encontros se dividiram em acolhida e criação de vínculo de confiança entre as alunas, passando pela história da mulher na sociedade, com reflexões que partiram de escrevivências, jogos das emoções, música e debates sobre situações de violência vividas pelas mulheres presentes na vida de cada uma delas, assim como na sociedade em geral. A metodologia de rodas de conversas, proporcionou um elo de afeto e respeito ao relato de cada menina, proporcionando criação de vínculo e pacto de proteção entre as mesmas.

Construção de um pensamento crítico do grupo de meninas, que nas rodas de conversas e dinâmicas debatiam de maneira madura e com consciência sobre suas próprias vivências em sociedade como mulheres.

O apoio mútuo que o grupo construiu entre si, sempre procurando acolher a fala de seus pares com respeito e apoio.

As reflexões críticas que todas faziam a partir das vivências com meninos no espaço escolar e em casa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

• NÓSOTRAS, Yasmin Costa e o feminicídio que mata mais as mulheres negras no Brasil. Portal Geledés, 2017. Disponível em: https://www.geledes.org.br/yasmin-costa-e-o-feminicidio-que-mata-mais-mulheres-negras-no-brasil/?gclid=EAIaIQobChMIrKLGxumM7gIVltrICh0GxQZcEAAYASAAEgLcJPD_BwE Acesso em: 29/03/2025

» https://www.geledes.org.br/yasmin-costa-e-o-feminicidio-que-mata-mais-mulheres-negras-no-brasil/?gclid=EAIaIQobChMIrKLGxumM7gIVltrICh0GxQZcEAAYASAAEgLcJPD_BwE

• DEL PRIORE, Mary (ORG). BASSANEZI, Carla (coord. de texto). História das Mulheres no Brasil. 7. Ed. São Paulo: Contexto, 2004.

• Adichie, Chimamanda Ngozi. Para educar crianças feministas: um manifesto / Chimamanda Ngozi Adichie; tradução Denise Bottmann. — 1a ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

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Escuta e acolhida
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