Boas PráticasELAINE MARIA MENDES SENA
Professora da Secretaria Municipal de educação e Secretaria Estadual de Educação com formação em história com pós-graduação em História Contemporânea e Psicopedagogia. Atuante na rede pública de ensino desde 2011, passando por experiências em Coordenação Pedagógica e Direção Adjunta. E em atuação no Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Escolas (NIAP) desde 2022.
CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:Professora
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
Construção de um pensamento crítico do grupo de meninas, que nas rodas de conversas e dinâmicas debatiam de maneira madura e com consciência sobre suas próprias vivências em sociedade como mulheres.
O apoio mútuo que o grupo construiu entre si, sempre procurando acolher a fala de seus pares com respeito e apoio.
As reflexões críticas que todas faziam a partir das vivências com meninos no espaço escolar e em casa.
• NÓSOTRAS, Yasmin Costa e o feminicídio que mata mais as mulheres negras no Brasil. Portal Geledés, 2017. Disponível em: https://www.geledes.org.br/yasmin-costa-e-o-feminicidio-que-mata-mais-mulheres-negras-no-brasil/?gclid=EAIaIQobChMIrKLGxumM7gIVltrICh0GxQZcEAAYASAAEgLcJPD_BwE Acesso em: 29/03/2025
» https://www.geledes.org.br/yasmin-costa-e-o-feminicidio-que-mata-mais-mulheres-negras-no-brasil/?gclid=EAIaIQobChMIrKLGxumM7gIVltrICh0GxQZcEAAYASAAEgLcJPD_BwE
• DEL PRIORE, Mary (ORG). BASSANEZI, Carla (coord. de texto). História das Mulheres no Brasil. 7. Ed. São Paulo: Contexto, 2004.
• Adichie, Chimamanda Ngozi. Para educar crianças feministas: um manifesto / Chimamanda Ngozi Adichie; tradução Denise Bottmann. — 1a ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
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