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Boas Práticas
Práticas integradas de assistentes sociais, professores e psicólogos
Dá o papo
Informações
Relato
Resultados Observados
UNIDADE DE ENSINO
EM Professora Clara Lucia de Sousa - 10ª CRE
Estrada de Sepetiba 3175 Bloco 2 - Santa Cruz

Anos Iniciais

AUTOR

WALTER ALVES SANSAO

Possui Mestrado em Diversidade e Inclusão pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Graduação em Pedagogia pela USP e UNESA. Especialização em Psicomotricidade pelo CPII. Especialização em Neuropsicopedagogia - AVM. Aperfeiçoamento em Educação hospitalar e atendimento domiciliar pela UFMS. Aperfeiçoamento em Psicomotricidade pela UERJ. (2022). Curso de Aperfeiçoamento para Educandos com Deficiência (2024 - UFSCar) Professor Formador de Alfabetização na Prefeitura do RJ. (2014) Professor de ensino fundamental da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. (2020) Tutor do curso de Aperfeiçoamento EAD pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS. (2021)Tutor no Curso de Graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. (2019) Tutor e Coordenador de curso EAD pela Prefeitura de Mangaratiba - RJ.

CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:Professor/PROINAPE 10 CRE

ANOS/GRUPAMENTOS ENVOLVIDOS
5º ano
6º ano
7º ano
8º ano
9º ano
OBJETIVOS
Desenvolver a escuta pedagógica e valorizar a individualidade de cada aluno.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Maio/3/20 até atualmente
Público
Aluno
Eixos de trabalho do NIAP
Convivências e Conflitos na Escola
Competências Gerais da BNCC

1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

4. Utilizar diferentes linguagens - verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital -, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

O jogo DÁ O PAPO é uma ferramenta concreta, mas se apresenta uma subjetividade pela abstração da linguagem, pois proporciona ao professor conduzir durante a roda de conversa um jogo de questões na forma de “jogo” temático, que fornece ao grupo uma metodologia dinâmica e interessante para desenvolver de maneira consciente e inconsciente atividade de escuta. Dá o Papo SME RJ" é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-Rio) em parceria com a MultiRio, que lançou em 2025 um jogo de cartas pedagógico para incentivar o debate sobre bullying e cyberbullying nas escolas. O objetivo é apoiar os profissionais da educação e fortalecer um ambiente escolar mais acolhedor e participativo. Outra proposta interessante sobre a escuta pedagógica é que a escola não assumiu, ainda, a valorização da escuta em sua totalidade. O ambiente escolar como espaço de ensino aprendizagem é lugar para exercer a escuta de maneira integral. Mas na maioria das vezes, falar é valorizado como agir positivamente SEMPRE, mas o escutar, muitas vezes, pode ser interpretado como uma ação passiva (não necessariamente negativa), mas não é tão valorizada quanto a primeira.
Foi possível perceber que o jogo dá o papo é uma ferramenta facilitadora para metodologia de roda de conversa. Os desdobramentos sobre o interesse dos alunos quando há instrumento didático colabora para o desenvolvimento da ação e compreensão sobre a identificação da temática, como linguagem. O procedimento de roda de conversa permitiu reunir informações e opiniões qualitativas sobre os participantes ao expressarem suas opiniões sobre seus sentimentos e necessidades. Isso permite ao professor e os estudantes identificarem, organizar e estabelecer questões positivas e negativas sobre algumas ideias que são verdadeiras e outras falsas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MELO, M. C. H. de; CRUZ, G. de C. Imagens da Educação, v. 4, n. 2, p. 31-39, 2014. RODA DE

CONVERSA: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA A CONSTRUÇÃO DE UM ESPAÇO DE

DIÁLOGO NO ENSINO MÉDIO

LADRIÉRE, J. Prefácio. In: BRUYNE, P. de; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. de. Dinâmica da

pesquisa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991, p. 9-22.

MELO, M. C. H. de. Construção social do conceito de adolescência e suas implicações no contexto escolar.

2013. 110f. Dissertação (Mestrado em Educação) -Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa,

2013.

ROAZZI, Antonio; SOUZA, Bruno Campello de. Repensando a inteligência. Universidade Federal de

Pernambuco. 2002.

ROSENBERG, Marshall. A linguagem da paz em mundo de conflitos. Palas Athena. 2019.

ROSENBERG, Marshall B. Comunicação Não - Violenta: Técnicas Para Aprimorar Relacionamentos

Pessoais e Profissionais. Tradução Mário Vilela. 4. ed. São Paulo: gora, 2006.

SANTOS, Fábio Júnio Luiz dos Santos. OS CONCEITOS DA COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA –

CNV – NA INTERAÇÃO ENTRE AS PESSOAS: Um estudo sobre a CNV com foco em um Ministério

do Governo Federal. Escola Nacional de Administração Pública. 2001.

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