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Logotipo do Projeto Cartografias de Boas Práticas da Rede Navegue pelo mapa e conheça as diferentes ações escritas e promovidas por profissionais de toda a nossa Rede.
Boas Práticas
Práticas integradas de assistentes sociais, professores e psicólogos
Protocolo de atuação em situações de conflito em ambiente escolar - Estreitando laços na comunidade.
Informações
Relato
Resultados Observados
UNIDADE DE ENSINO
CM Djanira Maria Ramos - 10ª CRE
Rua Cantinho da Bahia S/n.º Nova Divinéia - Paciência
Unidade não vocacionada
Educação Infantil

AUTOR

BRUNO CARREGOSA MACIEL

GRADUADO EM GEOGRAFIA. ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA E MESTRANDO EM PSICANÁLISE. ATUA COMO PROFESSOR HÁ 21 ANOS, NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO RIO DE JANEIRO E NA REDE MUNICIPAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. ATUA, TAMBÉM, COMO PSICANALISTA CLÍNICO EM CONSULTÓRIO PARTICULAR.

CARGO/FUNÇÃO DO AUTOR:PROFESSOR

ANOS/GRUPAMENTOS ENVOLVIDOS
Maternal I
Maternal II
Pré I
Pré II
OBJETIVOS

Promover o diálogo entre direção, professores, estudantes, famílias e demais membros da comunidade escolar sobre como lidar com situações de conflito;

Construir coletivamente entendimento e compromisso em torno do protocolo institucional para mediação e resolução de conflitos;

Fortalecer a cultura de paz, respeito e corresponsabilidade no ambiente escolar.

PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Maio/4/20 até atualmente
Público
Profissionais da educação, Familiares, Comunidade escolar
Eixos de trabalho do NIAP
Convivências e Conflitos na Escola
Competências Gerais da BNCC

6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

Com o objetivo de fortalecer os vínculos entre a comunidade escolar e a equipe gestora, foi realizada uma roda de conversa sobre os protocolos de atuação em situações de conflito no ambiente escolar. O encontro contou com a participação de estudantes, famílias, professores, funcionários e a direção da escola, promovendo um espaço aberto de diálogo, escuta e troca de experiências.

Durante a atividade, foram apresentados os procedimentos que orientam a mediação de conflitos, destacando a importância da comunicação respeitosa, do acolhimento das diferentes perspectivas e da busca por soluções coletivas e educativas. A comunidade pôde compartilhar dúvidas, sugestões e expectativas, contribuindo para a construção de uma cultura de paz e cooperação.

A roda de conversa reafirmou o compromisso da escola em atuar de forma preventiva e transparente, fortalecendo a parceria com todos os envolvidos no processo educativo e garantindo um ambiente mais seguro, inclusivo e colaborativo para todos.

Protocolos desenvolvidos pela unidade escolar e que foram abordados por nossa equipe durante a dinâmica:

* Mordidas – Ocorrência comum entre estudantes da modalidade creche, assim que notificada pela Unidade Escolar, a família deve assinar ( se assim achar necessário ou concordar) o documento protocolar da Unidade Escolar. Caso necessário, será enviado um

encaminhamento para uma unidade da Clínica da família do território no qual a criança/ família é atendida. A turma do fato ocorrido também estará imergida em atividades pedagógicas visando o diálogo, a interação e a oitiva das crianças para a resolução.

* Desentendimentos e conflitos entre estudantes: Assim que comunicados pela Unidade escolar, os responsáveis devem assinar o documento protocolar da Unidade Escolar.

A Unidade escolar iniciará os procedimentos necessários no Aplicativo Escola Segura e a turma dos estudantes envolvidos realizará atividades pedagógicas em prol da melhoria do relacionamento entre os estudantes.

* Violência racial – Responsáveis comunicados separadamente, com assinatura de ata e comunicação realizada no aplicativo Escola Segura. O Comitê de relações étnicos- raciais da Décima CRE será convidada para conversa com os responsáveis e toda a Unidade

escolar estará envolvida em projetos para o maior conhecimento da cultura afro-indígena

Maior envolvimento da comunidade escolar nas discussões sobre convivência e resolução de conflitos;

Percepção de acolhimento e valorização das vozes de estudantes, famílias e funcionários;

Melhoria na clareza dos procedimentos adotados pela gestão frente a situações de conflito;

Estímulo ao diálogo entre pares, reduzindo tensões e favorecendo acordos coletivos;

Sensação de segurança e confiança em relação às ações da escola para mediar e prevenir conflitos;

Fortalecimento da cultura de cooperação, respeito mútuo e corresponsabilidade no ambiente escolar.

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